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Conselho Nacional para a Promoção do Voluntariado

 

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Exemplos

LEIGOS PARA O DESENVOLVIMENTO


Fundados em 11 de Abril de 1986, os Leigos para o Desenvolvimento são uma ONGD, católica, que trabalha em prol do desenvolvimento integral e integrado em países de expressão portuguesa. Assume-se o espírito de Gratuidade, de Responsabilidade, de Qualidade e de Participação como factores determinantes para a construção de um mundo mais justo e solidário.

Actualmente com projectos de Desenvolvimento em S. Tomé e Príncipe, Angola, Moçambique, Timor e Portugal, a actuação dos Leigos para o Desenvolvimento baseia-se em princípios metodológicos de investigação-acção associados ao desenvolvimento local e participativo como a abordagem de base territorial, o trabalho em parceria, a intervenção de longo prazo, a sustentabilidade e a capacitação.

Os Voluntários LD são cristãos, licenciados ou com formação técnico -profissional, disponíveis para uma experiência de serviço e voluntariado por um período mínimo de um ano. Durante o tempo de Missão vivem com simplicidade e em espírito de partilha.
Antes de partir devem ter disponibilidade para frequentar a formação LD durante cerca de um ano.

Para os voluntários, os LEIGOS PARA O DESENVOLVIMENTO são uma “escola” de vivência intercultural de respeito e valorização das diferentes culturas e de participação cívica.


Áreas de Intervenção:

Dinamização e Organização Comunitária
Trabalhamos enraizados nas comunidades locais com vista à mobilização das pessoas e das associações de base local para promoção de desenvolvimento comunitário, da identidade e da coesão social. Procuramos fomentar a capacidade de auto-organização, de trabalho integrado e partilhado, valorizando a cultura, o desporto, o património local e a saúde comunitária. Estimulamos a dinamização de Grupos Comunitários e de grupos de trabalho inter-disciplinares, envolvendo os vários actores locais, inclusive agentes económicos.


Educação e Formação
Promovemos a criação e a qualificação de infra-estruturas de apoio à educação, nomeadamente escolas, bibliotecas, infotecas, centros de formação, espaços de actividades de tempos livres e centros de explicações. Desenvolvemos projectos para os vários níveis de ensino, desde o pré-escolar até ao universitário, como trabalhamos em contexto de educação formal, não formal e informal.

Empreendedorismo e Empregabilidade
Promovemos projectos com vista ao aumento de rendimentos da população, através da formação na área do empreendedorismo e do acompanhamento à implementação ou requalificação de micro-negócios. Trabalhamos também com empregadores locais com vista a formar recursos humanos com competências ajustadas a perfis profissionais específicos.


Capacitação de Agentes Locais
Desenvolvemos a nossa acção com vista à autonomização dos nossos parceiros, estruturas e agentes locais, investindo na formação de recursos humanos locais e na capacitação contínua, em contexto, nomeadamente ao nível das competências de gestão, coordenação, organização, contabilidade, angariação de fundos, e também ao nível pedagógico. Esta capacitação é transversal a todas as restantes áreas, envolvendo escolas, estruturas de educação não formal, associações, paróquias, postos de saúde, entre outros.

Promoção do Voluntariado
Assumimos o voluntariado como uma “forma de estar na vida” e como uma “escola” de cidadania. Os nossos agentes de desenvolvimento são preferencialmente voluntários, qualificados, com uma dedicação a tempo inteiro e que passam por uma formação específica. Nas missões, os nossos projectos envolvem voluntários locais, que complementam e enriquecem a acção dos restantes recursos humanos.


Pastoral
Colaboramos nas actividades pastorais das estruturas locais da Igreja, nomeadamente, em catequese, grupos de jovens, retiros e grupos pastorais da diocese.

“Desenvolvimento é o Envolvimento de Todos”

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Para mais informações contacte:
Leigos para o Desenvolvimento: Site: www.leigos.org;
Email: ongd.leigos@gmail.com;
Morada:Estrada da Torre, N° 26
1769-014 Lisboa
Portugal
Telefone: 00351 21 757 42 78
Fax: 00351 21 757 43 57


Voluntariado e Apoio à família

Beira Serra


Comemora-se em 2004 o X aniversário do Ano Internacional da Família.

Projecto Convidas da Associação Beira Serra – Covilhã



São já mais de setenta os voluntários que na Covilhã integram a Rede de Voluntariado de Apoio à Família promovida pela Associação de Desenvolvimento Local “Beira Serra”, em parceria com diversas entidades da região.
Esta Rede é uma das soluções inovadoras para um maior equilíbrio entre a vida familiar e profissional que o projecto ConVidas está a testar com o apoio financeiro da Iniciativa Equal. Conta com a adesão de 45 organizações do concelho da Covilhã e funciona através de um núcleo concelhio e dez núcleos locais.
Nesta Rede os voluntários emprestam tempo e talento para aprender com os outros, não precisando de ser ‘especialistas’ em coisa alguma. Estes voluntários encontram-se com idosos que vivem isolados, animam as tardes de lares, prolongam horários de ATLs e Jardins de Infância nas férias escolares ou ao final do dia, apoiam os passeios regulares organizados para pessoas cegas, entre outras actividades destinadas à conciliação entre a vida familiar e profissional.
Em suma, fazem amigos, alargam as suas experiências partilhando o seu tempo e contribuindo activamente para uma vida com mais qualidade para todos.

Mais informações:
Beira Serra – Associação de Desenvolvimento
Urbanização da Alâmpada, lote 24, loja esq.
6200 Boidobra/Covilhã
Tel: 275322079 Fax: 275 314156
convidas@beiraserra.pt

Associação de Jovens Ecos Urbanos

Jovens Ecos Urbanos



A Associação de Jovens Ecos Urbanos, em funcionamento desde Setembro de 1997, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, que constitui um equipamento social destinado basicamente à população jovem. Dos seus objectivos, salienta-se, a prevenção primária da marginalidade e de situações de risco, através da organização de actividades que pretendem, igualmente, apoiar os jovens na construção dos seus projectos de vida. Alarga-se a esta dinâmica uma intervenção familiar e institucional no sentido de contribuir para uma mais positiva inserção familiar e comunitária.
Integra esta instituição uma equipa plurisdisciplinar, o que permite que se realize um trabalho vasto em diferentes vertentes e domínios, proporcionando oportunidades que poderão assumir um papel importante no desenvolvimento psicossocial e cultural do indivíduo. As três grandes áreas de actuação são o Gabinete de Atendimento Juvenil, a Educação/ Animação e os Ateliers Sócio-Educativos.
No âmbito do Gabinete de Atendimento Juvenil a Associação está a desenvolver actividades na área do Voluntariado Jovem. Pretende-se com este projecto incentivar a juventude para o trabalho comunitário e para a solidariedade, através da participação em várias acções promovidas pela Associação, bem como dar oportunidade a que estes jovens concebam projectos que considerem importantes para o desenvolvimento pessoal e global. O objectivo principal é sensibilizar os jovens para a prática do voluntariado mas de uma forma coordenada e objectiva, através de formação, quer inicial quer contínua, e através de reuniões mensais para troca de experiências, boas práticas e desenvolvimento do espírito de grupo e trabalho em equipa.

Com um corpo de voluntários de cerca de vinte jovens, e com um grupo a desenvolver actividades de animação no Hospital de S. João da Madeira, a Associação prepara agora a sua candidatura ao Serviço Voluntário Europeu, que possibilitará o intercâmbio de ideias e de trabalhos, que contribuirão para o seu enriquecimento pessoal.

Apartado 523
3700 São João da Madeira
Tel: 256 824 532



A ESTRUTURAÇÃO DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO PORTUGUÊS

Confederação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto

Confederação



Ainda na 1.ª República, no início dos anos 20 do século passado, os dirigentes associativos tomaram consciência da necessidade de se organizarem, criando uma estrutura que possibilitasse a cooperação regular e continuada.

Depois de uma aturada preparação realizou-se, em Lisboa, o 1.º Congresso Regional das Sociedades de Recreio, nos dias 31 de Maio, 1, 2 e 3 de Junho de 1924, que aprovou a constituição da Federação Distrital das Sociedades Populares de Educação, com 47 federadas.

O 1.º Congresso Nacional também se realizou na cidade de Lisboa, em 1940, passando a Federação a designar-se por: Federação Portuguesa das Colectividades de Educação e Recreio, aprovando, ainda os seus Estatutos, que não chegariam a ser considerados pelo Governo da Nação.

Seguiu-se, o 2.º Congresso Nacional, ainda em Lisboa, em 1949, que aprovou novos Estatutos, estes homologados pelo Ministério da Educação, como Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio.

O 3.º Congresso Nacional, organizado por aquelas duas estruturas, só se veio a realizar em 1993, na cidade de Almada, sob o signo da mudança, mormente assumindo a necessidade da estruturação do movimento associativo.

Em 2001, na cidade de Loures, tivemos o 4.º Congresso Nacional, a que podemos chamar “o Congresso da concretização”.

Da Proclamação, aprovada pelas colectividades presentes neste último Congresso, transcrevemos o seu ponto 1. “Proclamam a necessidade da constituição da Confederação Portuguesa de Cultura, Recreio e Desporto, com o estatuto de parceiro social, suportada a todos os níveis pelo voto directo das colectividades, com uma estrutura de federações distritais e associações concelhias.”

As Conclusões do 3.º Congresso deram abertura à estruturação do movimento associativo, o que veio a acontecer no norte do País, aproveitando a dinâmica da Federação do Porto, pelo que surgiram associações, primeiro de nível concelhio, como exemplo: Santa Maria da Feira, Gondomar, Matosinhos, Vila Nova de Gaia e Porto depois as Federações dos distritos de Viana do Castelo e de Braga.

O último Congresso “obrigou” à sua concretização, pelo que se tem feito um importante esforço para se dar cumprimento ao proclamado no mesmo, tendo sido constituídas várias associações concelhias e três novas Federações de índole distrital: Setúbal, Évora e Santarém.

Foi neste quadro, de imprescindível necessidade de organização do movimento associativo e com o cumprimento de uma das conclusões do Congresso que apontava para a transformação da Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio (FPCCR) em Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto (DPCCRD), o que veio a acontecer com a outorga da respectiva escritura pública realizada no último dia 29 de Maio.

Esta nossa Confederação, com cerca de 4 500 confederadas, é, sem dúvida, a legítima representante do movimento associativo de raiz popular, tanto mais que tem nas suas fileiras colectividades e outras associações de todo o território nacional e associações das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo e, por outro lado, de todos os matizes: sociedades filarmónicas, grupos de teatro de amadores, grupos corais, associações de defesa do património, associações recreativas, clubes desportivos, etc.


Artur José Simões Martins
Presidente da Confederação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto



Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio
Rua da Palma, 248 1100-394 Lisboa
Tel: 21 888 2619 Fax: 21 888 2866
www.colectividades.org


Ser Voluntário – Perspectivas da Associação Integrar

«Se ser Voluntário significa, por um lado, trabalhar ou desempenhar uma função sem intuito de retribuição financeira ou outra, por outro lado significa agir espontaneamente. É neste contexto que a Associação Integrar se considera, desde a sua criação, imbuída de espírito de voluntariado.
Esta Instituição, surgindo da aliança e conjugação de esforços de técnicos com formação na área das Ciências Sociais e Humanas em regime de voluntariado (considerando as duas acepções da palavra), desenvolve e promove a prática do Voluntariado, quer internamente quer ao nível comunitário.
Internamente, podemos considerar que existem dois tipos de voluntários: os dirigentes, que desenvolvem a sua actividade em prol da instituição e da Comunidade, sem que haja compensação material alguma, obtendo como “moeda de troca” pelo trabalho realizado a satisfação pessoal; e os próprios trabalhadores, considerando que, apesar de receberem retribuição monetária pelos serviços prestados à Instituição, agem espontaneamente, dedicando o seu serviço aos outros, através do apego ao seu trabalho.
Ao nível Comunitário apresentam-se as pessoas que apesar de não se encontrarem ligadas à instituição de forma contratual (contrato de trabalho), participam nas suas actividades em prol da Comunidade, aplicando os seus conhecimentos no auxílio dos outros e no desenvolvimento de uma sociedade mais justa. Se por um lado os dirigentes e trabalhadores da Instituição são os seus pilares de desenvolvimento possuindo habilitação própria para o exercício das suas funções, por outro lado os voluntários têm também um papel fulcral, uma vez que operam nas lacuna dos trabalhadores, prestando um apoio mais personalizado e afectivo aos Utentes.
O trabalho de voluntariado implica uma relação responsável e recíproca. A instituição não se pode alhear do acompanhamento e enquadramento necessário ao bom desempenho do indivíduo e este deve ter consciência da importância do seu papel no desenvolvimento da Instituição, da sua própria comunidade e do seu enriquecimento pessoal.
Sendo uma forma de enriquecimento a três partes – Voluntário/Instituição/Comunidade que promove o amadurecimento e crescimento saudável do trabalho social o Voluntariado é considerado um foco de investimento da Associação Integrar. Nesta Instituição, vários Projectos e valências são desenvolvidos com a colaboração de prestadores de serviço, voluntários que impregnam de cunho pessoal o seu trabalho, trazendo ideias e formas de agir inovadoras.»


Associação Integrar

Sede: Rua do Teodoro, 1 – 3030-213 Coimbra

Tel: 239705697

Fax: 239 723 705

Testemunho de Voluntariado da Associação AMARA Amara


Quando dizemos que “acompanhamos pessoas com doença terminal”, somos frequentemente confrontados com comentários “Oh!, tem muita coragem”, “eu não iria conseguir, pois tenho medo de me deixar ir abaixo”, ”tenho receio de não conseguir manter a distância”…. São frases que reflectem medo.

Da mesma forma, também ouvimos frequentemente falar numa relação terapêutica da “distância e objectividade profissional”. Como é que esta distância se processa quando se acompanha uma pessoa a morrer? Será possível entrar numa relação de ajuda com verdadeira disponibilidade interior e ao mesmo tempo estar preocupado em manter a distância correcta a fim de se proteger? Outra pergunta a colocar é, se temos realmente o poder de controlar as relações de forma a evitar situações de intimidade, garantindo assim a tal distância terapêutica? Na realidade, as situações de intimidade apanham-nos de surpresa. A qualquer momento uma pessoa em fim de vida pode olhar para nós e perguntar “acha que vou morrer?”, ou dizer mesmo “sei que vou morrer e tenho medo”. Confrontados com uma situação dessas, sentimo-nos como aspirados para o fundo um poço. Sentimo-nos completamente impotentes e expostos nos nossos pontos mais vulneráveis. Temos então duas opções. Podemos fugir, escondendo-nos atrás de uma das nossas variadas máscaras “disparate, vai agora morrer, não diga isso, vai ver que vai conseguir melhorar…” ou podemos escolher manter-nos presentes e verdadeiros na relação, aceitando a nossa impotência e a vulnerabilidade de sermos humanos. Ao aceitarmos a última hipótese, cria-se uma relação de igualdade entre as duas pessoas e estabelece-se a ponte, pois o outro sente que alguém entrou no seu mundo e o compreende. É o que Marie de Hennezel chama de “distância íntima”. Há situações que não requerem resposta, nem que se faça algo, requerem apenas a nossa presença junto da pessoa.

Quando a pessoa se esconde atrás da sua máscara, a emoção que está a sentir é medo. Está completamente centrada em si própria e o que mais a preocupa nesse momento é libertar-se desse mal-estar. Sente-se empurrada a fazer algo para que esta sensação desapareça. Ao contrário, quando compreendemos os nossos próprios medos e temos a humildade de aceitar as nossas limitações humanas, então há espaço em nós para abrirmos o coração e acolher a dor do outro com a nossa presença. Pode-se então entrar numa verdadeira relação de ajuda: uma relação entre duas pessoas iguais, de pessoa a pessoa. Esta relação será muito mais significante para a pessoa em fim de vida e, sem dúvida, também o será para quem o acompanha.

A morte é um assunto tabu, precisamente por causa do medo que provoca, pois sabemos que ela é inevitável e o nosso dia irá chegar. Curiosamente, os medos perante a morte são os mesmos perante a vida: o medo da degradação física, de ficar doente, de envelhecer, da solidão, da separação, do desconhecido, de não viver uma vida plena, de ser julgado pelos outros, etc. A formação que a AMARA dá aos seus voluntários é um espaço onde durante seis dias os formandos podem falar dos seus medos, partilhar as suas fraquezas e vulnerabilidades num ambiente de aceitação, onde também percebem que não estão sós, mas que todos nós, independentemente das nossas profissões, temos os mesmos medos e ansiedades. Nessa formação os formandos também procuram formas de melhorar as suas vidas a fim de reduzir os seus medos. Isso ajuda a baixar as defesas perante nós próprios e perante as pessoas em final de vida, o que por consequência melhora a relação. Ao longo da formação, à medida que se abordam estes assuntos, está sempre presente a psicologia do doente terminal, a relação de ajuda e certos temas como eutanásia/cuidados paliativos, enquadramento da família, comunicação, etc.

Porquê ajudar alguém a morrer?
Porque há compaixão no seu coração
Porque é isso que lhe é pedido
Porque tem medo
Porque pode fazer a diferença
Porque os que morrem nos ensinam a viver

A Direcção da Associação AMARA

AMARA - Associação pela Dignidade na Vida e na Morte

Esta Associação tem como missão ajudar as pessoas em fase terminal, os seus familiares e pessoas próximas aconselhando-as e acompanhando-os. O seu objectivo principal é prestar cuidados paliativos a quem os requeira, por forma a dar sentido e a minorar o sofrimento, proporcionando condições de dignidade na vida e na morte.

Para mais informações sobre a Associação contacte:
Carol.costeloe@amara-project.org
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Associação Auxílio e Amizade

Vivemos uma época de profundos contrastes sob diversos pontos de vista. Os pessimistas afirmam que o Mundo nunca esteve tão mal; os optimistas arregaçam as mangas e fazem o que está ao seu alcance para que a Esperança não morra, mesmo nos corações mais angustiados. Por isso, há três anos, em 18 de Dezembro de 2001, nasceu esta Instituição que é Particular, que visa a Solidariedade Social e que foi reconhecida, pelas Entidades competentes, como de Utilidade Pública.

Iniciamos, neste Novo Ano, um novo objectivo: aproximarmo-nos mais dos sócios, dando-lhes notícias do que realizamos e convidando-os à participação activa nesta Obra de Auxílio a quem necessita e da qual já fazem parte.

Ressalta desta Obra a Amizade que se cultiva entre os que voluntariamente colaboram entre estes e as famílias que visitam mensalmente, em cujos rostos sorrisos se rasgam à vista dos sacos que transportamos. O seu conteúdo é afinal uma garantia de refeições quase completas, pelo menos durante algumas semanas.
Neste momento, é na família que centralizamos a nossa acção. E não é a família a célula desse enorme corpo que tem por nome Humanidade? Não será no apoio à família que estaremos a contribuir para uma Sociedade feita de pessoas com Esperança? Não é a

Esperança uma das alavancas do Progresso?
Crianças, adultos, idosos menos revoltados serão, a nosso ver, um contributo maior para essa Humanidade que desejamos mais feliz.
Demora muito tempo consegui-lo?
Que importa! É no dia-a-dia que a vida se constrói; é através da colocação de cada pequeno tijolo que o mais gigantesco edifício se ergue.

Contaremos sempre consigo para a construção dessa obra: tornar o Homem mais Feliz, incutindo-lhe Esperança!